Muitas empresas antes de agendarem uma entrevista realizam por telefone uma triagem com o candidato. Saiba como passar uma boa impressão e ir para o próximo passo: a entrevista de emprego!!
Algumas empresas costumam adotar as entrevistas por telefone para fazer uma pré-seleção dos candidatos, checar algumas informações que não estão no currículo e até para saber se os concorrentes preenchem alguns requisitos técnicos para o cargo. A prática também tem o objetivo de poupar tempo, já que as empresas, na maioria das vezes, têm urgência na contratação. Segundo profissionais de RH, é grande o índice de eliminação de candidatos, já que são convocados para as fases seguintes do processo seletivo apenas os candidatos dentro do perfil desejado.
Quem está inserido no mercado de trabalho ou está à procura do primeiro emprego certamente já recebeu ao menos uma ligação de algum recrutador falando sobre uma vaga de emprego. A chamada triagem por telefone é o primeiro contato dos RHs com os candidatos em processos seletivos, e pode ser a oportunidade de largar na frente dos concorrentes.
Também existem casos em que é possível perceber se a pessoa do outro lado da linha está falando ou não com propriedade sobre o assunto abordado.
A entrevista por telefone não tem objetivo de fazer avaliações detalhadas sobre o comportamento do candidato, mas com certeza, as avaliações básicas são feitas. Nessa conversa é avaliado o real interesse do candidato em participar do processo e também a maneira como se ele comporta, as palavras que emprega, a correta utilização do idioma, sendo importante não utilizar palavras chulas ou gírias Ainda para a consultora, é importante que o candidato demonstre que tem interesse, que se motivou com a oportunidade e, principalmente, deve agradecer o contato.
Recomenda-se buscar um lugar silencioso para falar – se atender ao telefone em um local mais conturbado, peça um instante para o recrutador e busque continuar com a conversa em um lugar mais reservado. Se for impossível sair do ambiente barulhento, vá em frente, mas é importante avisar o entrevistador dessas condições.
Na ligação, é essencial ser cordial, simpático e objetivo, mas ao mesmo tempo fazer este curto tempo ser algo agradável aos ouvidos do recrutador. Dependendo do contexto da conversa, é permitido fazer até alguma brincadeira para “quebrar o gelo”. Esse é um bom artifício para que o próprio candidato se sinta mais a vontade para responder às perguntas.
“Existem candidatos que querem ser tão informais e descontraídos que acabam passando do ponto, e isso com certeza pode eliminá-los”, alerta Irene Azevedo, professora BBS Business School e especialista em RH.de checar algumas informações que não estão no currículo. Dá também para saber se os candidatos preenchem alguns requisitos técnicos para o cargo”, explica a consultora executiva da Luandre, Sandra Assis.
Apesar de ser rápida e básica, a entrevista telefônica é muito importante, pois dela saem os candidatos que participarão das etapas mais decisivas. “E aí está o perigo, por ser mais rápida e fácil, muitos candidatos dão pouca atenção a ela e cometem erros básicos, erram no português, na postura e, com essa atitude, perdem ótimas chances”, diz os consultores de RH.

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